
Antonio Santana
Sou negra sim, pura na raça, pura na cor.
Fui trazida pra ser força bruta,
Rebelei, briguei e venci, fugi pra longe,
Enfrentei a mata, comi de um tudo, até o que o diabo amassou.
Sou negra sim, pura na raça, pura na cor.
Sou de paz, mas se precisar sou de guerra, sou filha da natureza,
Tenho o corpo fechado, sou da mata, das águas, de todos os santos
Sou eu o amor; trabalho no que gosto e sei jogar capoeira.
Sou negra sim, pura na raça, pura na cor.
Ainda não sou liberta, mas sou forte,
Não negarei a luta, até que eu caia em morte,
Sou parte desse povo, sou uma das mães dessa nação.
Sou negra sim, pura na raça, pura na cor.
Fui trazida pra ser força bruta,
Rebelei, briguei e venci, fugi pra longe,
Enfrentei a mata, comi de um tudo, até o que o diabo amassou.
Sou negra sim, pura na raça, pura na cor.
Sou de paz, mas se precisar sou de guerra, sou filha da natureza,
Tenho o corpo fechado, sou da mata, das águas, de todos os santos
Sou eu o amor; trabalho no que gosto e sei jogar capoeira.
Sou negra sim, pura na raça, pura na cor.
Ainda não sou liberta, mas sou forte,
Não negarei a luta, até que eu caia em morte,
Sou parte desse povo, sou uma das mães dessa nação.
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