de João das Flores
Transmutar o ego
Até que o ego esmiuçado
Seja uma sublimação
Partícula de humildade primal
Semeada no coração
Transmutar o ódio
Até que o ódio seja
Uma evaporação
Leve e orvalhada
Como o perdão
Transmutar o frio
Dos nossos olhos conspiradores
Até que o olhar transpire
A "água pesada"
Das nossas dores
Transmutar o homem
Até que ele volte
Com a natureza original
Vencendo a serpente
E o anjo do mal
Transmutar a vida
Até que a vida venha
Brilhante de esperança
Do ventre da mulher
No riso da criança!
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terça-feira, 30 de junho de 2009
quarta-feira, 8 de abril de 2009
MARIAS...
de João das Flores
Foram tantas as Marias na minha vida, que eu só consigo lembrar algumas.Mesmo assim, tantas!
Há uma que é cheia de graça: Me lembro todo dia!Há outra feitinha de amor: Inesquecível!
As outras acontecem na memória, nas cirandas do tempo;Nas canções ouvidas e que o tempo não conseguiu apagar.
E mesmo assim, estas Marias que são muitas, engasgam!Apertam o coração até sufocar e fazer os olhos despejarem lágrimas!
Alguma coisa me leva a acreditar, que as Marias são feitas, de muitas tristezas acumuladas no coração, que não sabe lidar com estas tristezas;Me diz também, da alegria de ter gostado tanto das Marias, e que lembrar, é só felicidade de lembrar!
Pelo sim, pelo não, meu coração peninsular tem o encanto das lágrimas;E o choro é uma virtude dos fortes. De espírito simples e vida generosa!
"A lágrima é um diamante que fumega no coração, e depois é expelido pelos olhos, para embelezar a alma!".
Sempre ví as mulheres, feitas de fitas e rodopios. Violinos e máscaras!Em névoas tênues, para não encabular os olhos!
Ah! Mas houve uma Maria, cheia de risos e de pesares;De cuidados e caprichos - que me deu a claridão!
Esta, nem os violinos, nem as minhas lágrimas, misturando as flores da terra definirão!!!
Foram tantas as Marias na minha vida, que eu só consigo lembrar algumas.Mesmo assim, tantas!
Há uma que é cheia de graça: Me lembro todo dia!Há outra feitinha de amor: Inesquecível!
As outras acontecem na memória, nas cirandas do tempo;Nas canções ouvidas e que o tempo não conseguiu apagar.
E mesmo assim, estas Marias que são muitas, engasgam!Apertam o coração até sufocar e fazer os olhos despejarem lágrimas!
Alguma coisa me leva a acreditar, que as Marias são feitas, de muitas tristezas acumuladas no coração, que não sabe lidar com estas tristezas;Me diz também, da alegria de ter gostado tanto das Marias, e que lembrar, é só felicidade de lembrar!
Pelo sim, pelo não, meu coração peninsular tem o encanto das lágrimas;E o choro é uma virtude dos fortes. De espírito simples e vida generosa!
"A lágrima é um diamante que fumega no coração, e depois é expelido pelos olhos, para embelezar a alma!".
Sempre ví as mulheres, feitas de fitas e rodopios. Violinos e máscaras!Em névoas tênues, para não encabular os olhos!
Ah! Mas houve uma Maria, cheia de risos e de pesares;De cuidados e caprichos - que me deu a claridão!
Esta, nem os violinos, nem as minhas lágrimas, misturando as flores da terra definirão!!!
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