de Tarcísio Ribeiro Costa
Preciso ter mais calma,
Caminhar sem pensar em distância
E não olhar para o percorrido
E lembrar-me de bater palma
No meio do caminho,
Se não me sentir perdido.
Se porventura eu me perder,
Ao sol, à lua, meus GPSs,
Vou gritar, recorrer
Assim, é o caminho da vida,
Ora, cruzando espinhos
Ora, a festejar lauréis...
O veículo desse caminhar
Devem ser de preferência
A fé e a esperança.
A Esperança para nos dar coragem,
A fé para, assim, aliviar ss nossos medos.
Na iminência do final indesejado
O arcano, o abissal...
quarta-feira, 17 de junho de 2009
SENHORA ALEGRIA!
de Olga Kapatti
SJRPreto,02/05/09
Ah, ela é a mais pura das mulheres, a mais nobre das deusas
Não nasceu, veio ao mundo enviada pelos céus, uma das musas do Zebu,
Chega pra lá urubu!
Não sabe o que é real tristeza, só sabe o que é falsa alegria,
dai seu nome, Sra. Alegria.
Só que ela pensa estar vivenciando a realidade
Pastora ingrata "abestalhada" ignora dos outros a esperteza
Ela é feliz, porque não conhece a felicidade
Ela não é triste porque não sabe o que é tristeza
Desconhece a dor de ver em seus braços
um ente querido fenecer
Não sabe o que ter vergonha por atos de terceiros
e ainda assim, acha-se a felizarda do "pedaço"
Dona Alegria ... só vive a outrem entorpecer.
Convive em plena sordidez, com um dicionário às mãos
consultando palavras de antemão
Achando-se a perfeita " escrevedora" da época...
esquecendo-se de cuidar dos porcos , das galinhas
e cortar as ervas daninhas,
para não virar um matagal,
o seu esquisito quintal.
Não sabe o que é ser feliz, porque sempre foi uma infeliz
Vive cuidando da vida dos outros, sonhando acordada,
ao invés de cuidar de sua própria vida que lhe condiz
Pobre Senhora Alegria está fora deste mundo real
vivendo , endoidecida, num mundo irreal!
SJRPreto,02/05/09
Ah, ela é a mais pura das mulheres, a mais nobre das deusas
Não nasceu, veio ao mundo enviada pelos céus, uma das musas do Zebu,
Chega pra lá urubu!
Não sabe o que é real tristeza, só sabe o que é falsa alegria,
dai seu nome, Sra. Alegria.
Só que ela pensa estar vivenciando a realidade
Pastora ingrata "abestalhada" ignora dos outros a esperteza
Ela é feliz, porque não conhece a felicidade
Ela não é triste porque não sabe o que é tristeza
Desconhece a dor de ver em seus braços
um ente querido fenecer
Não sabe o que ter vergonha por atos de terceiros
e ainda assim, acha-se a felizarda do "pedaço"
Dona Alegria ... só vive a outrem entorpecer.
Convive em plena sordidez, com um dicionário às mãos
consultando palavras de antemão
Achando-se a perfeita " escrevedora" da época...
esquecendo-se de cuidar dos porcos , das galinhas
e cortar as ervas daninhas,
para não virar um matagal,
o seu esquisito quintal.
Não sabe o que é ser feliz, porque sempre foi uma infeliz
Vive cuidando da vida dos outros, sonhando acordada,
ao invés de cuidar de sua própria vida que lhe condiz
Pobre Senhora Alegria está fora deste mundo real
vivendo , endoidecida, num mundo irreal!
CONTRADIÇÃO
de Sônia Maria Grillo (Baby®)
2007 - Rio de Janeiro
Que palavras são essas
que calam fundo em minh'alma
que sentimento é esse que confessas
com delicadeza e calma
transportando-me com leveza
neste som que inebria
embriago-me então na beleza
contida nessa poesia...
De repente mudas o tom
como se nada mais importasse
e o que era um lindo som
como se nada mais representasse
passa a ser uma melodia banal
daquelas que se tenta esquecer
pois traz a agonia de um final
depois de tanto bem querer...
E assim vou vivendo
tentando exorcisar esse amor
e ao mesmo tempo querendo
que ele permaneça em meu interior
pois é parte integrante de mim...
E nessa louca contradição
entre o não querer e o querer sim
quem sofre é o meu coração
sem saber quando isso terá fim...
2007 - Rio de Janeiro
Que palavras são essas
que calam fundo em minh'alma
que sentimento é esse que confessas
com delicadeza e calma
transportando-me com leveza
neste som que inebria
embriago-me então na beleza
contida nessa poesia...
De repente mudas o tom
como se nada mais importasse
e o que era um lindo som
como se nada mais representasse
passa a ser uma melodia banal
daquelas que se tenta esquecer
pois traz a agonia de um final
depois de tanto bem querer...
E assim vou vivendo
tentando exorcisar esse amor
e ao mesmo tempo querendo
que ele permaneça em meu interior
pois é parte integrante de mim...
E nessa louca contradição
entre o não querer e o querer sim
quem sofre é o meu coração
sem saber quando isso terá fim...
VEM CUIDAR DE MIM
de Marilena Trujillo
A saudade está falando alto,
Calando tão fundo...
Preciso do gosto do seu beijo,
Ter os seus carinhos, seu calor...
Vem cuidar de quem precisa do seu cheiro,
Do seu abraço, do seu amor...
Vem...
Que essa distância me alucina,
Preciso desse olhar que me fascina,
Arrepia minha pele, a própria alma!
Me acaricia e me acalma...
Vem ...
Preciso da sua mão para seguir...
Do seu sorriso para sorrir...
Vem amor... Meu corpo só
Existe quando sente o seu...
Porque minha vida só é vida,
Se ouve a doce melodia da sua voz...
Seu peito juntinho, colado ao meu...
Vem fazer da minha noite,
Da minha madrugada
Uma festa de carinhos e delírios.
Vem...
Que sem você tudo é um martírio...
E só... Só você sabe... Onde
Estão todos os meus sonhos
E as minhas verdades...
Vem cuidar de mim hoje... Agora!
Vem...
Estou morrendo de saudade!...
A saudade está falando alto,
Calando tão fundo...
Preciso do gosto do seu beijo,
Ter os seus carinhos, seu calor...
Vem cuidar de quem precisa do seu cheiro,
Do seu abraço, do seu amor...
Vem...
Que essa distância me alucina,
Preciso desse olhar que me fascina,
Arrepia minha pele, a própria alma!
Me acaricia e me acalma...
Vem ...
Preciso da sua mão para seguir...
Do seu sorriso para sorrir...
Vem amor... Meu corpo só
Existe quando sente o seu...
Porque minha vida só é vida,
Se ouve a doce melodia da sua voz...
Seu peito juntinho, colado ao meu...
Vem fazer da minha noite,
Da minha madrugada
Uma festa de carinhos e delírios.
Vem...
Que sem você tudo é um martírio...
E só... Só você sabe... Onde
Estão todos os meus sonhos
E as minhas verdades...
Vem cuidar de mim hoje... Agora!
Vem...
Estou morrendo de saudade!...
AH, O AMOR!
de Ógui Lourenço Mauri
23/05/2008
Ah, o amor!... Mola propulsora da vida...
A verdade que aprendi ao te conhecer!
Sentimento sinônimo do poder
Que traz esperanças na exata medida.
Ah, o amor!... Tinta viva de uma aquarela!
Ou fonte de inspiração de um menestrel...
Para o pintor, faz complemento ao pincel;
Liga o poeta à sua musa nos versos pra ela.
Ah, o amor!... Comunhão de dois corações!
Corpo e alma unidos em um lugar qualquer...
Eu sou teu homem e tu minha mulher,
Felizes, experimentando emoções.
Ah, o amor!... Que entrelaçou nossos destinos!
Por completo, deu-nos a felicidade,
Sustentada por nossa cumplicidade,
Deliciosa nos afagos repentinos.
Ah, o amor!... Que me devolveu a alegria
Quando eu já sucumbira com meus fracassos.
Vieste em definitivo para meus braços...
E nos tornamos um só naquele dia!
23/05/2008
Ah, o amor!... Mola propulsora da vida...
A verdade que aprendi ao te conhecer!
Sentimento sinônimo do poder
Que traz esperanças na exata medida.
Ah, o amor!... Tinta viva de uma aquarela!
Ou fonte de inspiração de um menestrel...
Para o pintor, faz complemento ao pincel;
Liga o poeta à sua musa nos versos pra ela.
Ah, o amor!... Comunhão de dois corações!
Corpo e alma unidos em um lugar qualquer...
Eu sou teu homem e tu minha mulher,
Felizes, experimentando emoções.
Ah, o amor!... Que entrelaçou nossos destinos!
Por completo, deu-nos a felicidade,
Sustentada por nossa cumplicidade,
Deliciosa nos afagos repentinos.
Ah, o amor!... Que me devolveu a alegria
Quando eu já sucumbira com meus fracassos.
Vieste em definitivo para meus braços...
E nos tornamos um só naquele dia!
Assinar:
Postagens (Atom)
